terça-feira, 18 de outubro de 2011



Código: 27000710             Escola: ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS MOEDA
Município: AGUA BRANCA,     UF: AL

Os alunos dessa escola farão a prova da 2a Fase no seguinte CENTRO DE APLICAÇÃO:

Centro de Aplicação:
ESCOLA ESTADUAL MONSENHOR SEBASTIÃO A. BEZERRA

Endereço:
RUA JOÃO PAULO II, 06, CENTRO, - AGUA BRANCA, AL


Data da Prova e Horário:
Dia 05 de Novembro - Sábado - 14:30h. (Horário de Brasília) 
13:30h - Horário Local


Os alunos relacionados abaixo deverão apresentar-se, no Centro descrito acima, portando documento original de identidade (carteira de identidade ou certidão de nascimento ou carteira escolar) e o cartão informativo da OBMEP (enviado a todas as escolas via postal).
Para reimpressão do cartão clique aqui.
É recomendável que o aluno se apresente no CENTRO DE APLICAÇÃO com, pelo menos, trinta minutos de antecedência.



Classificados - Nível 1 (12 alunos)



Código Nome do Aluno Sala de Prova na 2a Fase
1 AL27000710100356 AILMA DIAS DOS SANTOS Sala-01
2 AL27000710100162 ANA PAULA SOARES DA PAZ Sala-01
3 AL27000710103783 BRUNO DOS SANTOS MOREIRA Sala-01
4 AL27000710100186 FELIPE DAYVISON DA SILVA LIMA Sala-01
5 AL27000710100629 IZAQUIEL SOARES DA CONCEICAO Sala-01
6 AL27000710102237 JANDERSON DOS SANTOS DA SILVA Sala-01
7 AL27000710100812 JOSE AILTON GOMES DOS SANTOS Sala-01
8 AL27000710100678 JOSE WELLINGTON RODRIGUES AQUINO Sala-01
9 AL27000710101040 JULIANA RODRIGUES CORREIA Sala-01
10 AL27000710100551 LEILA EMANOELLE DE OLIVEIRA SANTOS Sala-01
11 AL27000710100836 MARIANA DA SILVA DA CRUZ Sala-01
12 AL27000710102330 NARIANE ALVES DE SOUZA Sala-01



Classificados - Nível 2 (11 alunos)


Código Nome do Aluno Sala de Prova na 2a Fase
1 AL27000710200480 AMANDA CRISTINA DOS SANTOS Sala-02
2 AL27000710201008 CAROLAINE BEZERRA SANDES Sala-02
3 AL27000710200363 ELSON JUNIOR BEZERRA DIAS Sala-02
4 AL27000710200314 GABRIEL DA SILVA DANTAS Sala-02
5 AL27000710200170 MARIA CLARA RODRIGUES RAYMUNDO Sala-02
6 AL27000710201010 MARIA DA CONCEICAO DE SOUZA Sala-02
7 AL27000710200223 MARIA LUANA DOS SANTOS Sala-02
8 AL27000710201069 MARIANA QUEIROZ DA SILVA Sala-02
9 AL27000710200053 MICHELE BEZERRA DIAS Sala-02
10 AL27000710200065 NATANAEL COSTA SILVA Sala-02
11 AL27000710200296 SIMARIO DOS SANTOS FEITOZA Sala-02

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Seis vacinas que os adultos precisam tomar

Essas doenças continuam perigosas mesmo na idade adulta 

Vacinação adultos- Foto Getty ImagesNesta segunda-feira, dia 17, é comemorado o Dia Nacional da Vacinação para lembrar que não são apenas as crianças que devem estar com a carterinha em dia. Ninguém reluta em levar o filho para tomar uma vacina contra sarampo ou paralisia infantil, mas na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Não é apenas o organismo da criança que está sujeito a doenças que o corpo não está preparado para combater.

Em todas as fases de nossa vida, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas. "Faz parte da cultura dos brasileiros achar que vacinação é assunto de criança. Mesmo que esse quadro esteja mudando, os adultos ainda não tratam as vacinas com seriedade", diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp. 
As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. "As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação", explica o especialista.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. "No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos. Já no caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar", diz Paulo Olzon. 
Vacina dupla tipo adulto - para difteria e tétano
A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.  
Vacina Tríplice-viral ? para sarampo, caxumba e rubéola
Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas. 
Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.  
Vacina contra a hepatite B
A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. "A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado", diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença. 
Idoso gripado - Foto Getty ImagesAté os 19 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. "Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença", diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares. 
Pneumo 23 - Pneumonia
O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. "Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23", diz Paulo Olzon.

A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.  
Vacina contra a febre amarela
A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença rem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. "Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte", explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. "Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos", explica o infectologista Paulo Olzon. 

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. "Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar. Mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque, o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam", diz o especialista.

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares.

"Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano", diz Paulo Olzon. 

 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O dia do professor está chegando, eis aí a homenagem de Cid Gomes, governador do Ceará

"Dizem que ela existe pra ajudar
Dizem que ela existe pra proteger
Eu sei que ela pode te parar
Eu sei que ela pode te foder

Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia
Polícia para quem precisa
Polícia para quem precisa de polícia

Dizem pra você obedecer
Dizem pra você cooperar
Dizem pra você tomar no ...
Dizem pra você filha da ..."
(POLICIA.Sepultura. In.:http://letras.terra.com.br/sepultura/94308, em 06.10.2011)

A Democracia Esfaqueada

Texto: Rafael Tomyama* Fotos: Alex Costa (DN) - http://www.bocadigital.net/
Farsa montada durante protesto de professores em greve ameaça estabilidade institucional no Ceará
Durante manifestação de professores em luta no Ceará pela implantação do Piso Nacional da categoria em 29/9, um episódio chocou o país: o brutal espancamento de professores dentro do prédio da Assembleia Legislativa, enquanto os parlamentares no plenário votavam uma mensagem do Executivo que não atendia às suas reivindicações. Para tentar justificar o injustificável, o destacamento da Polícia Militar na Casa tentou montar uma fraude com ajuda da imprensa, agora desmascarada. O caso é tão grave que detona, de uma só vez, a credibilidade do governo, do parlamento e da velha mídia no Estado.
Farsa
Chocante. Estarrecedor. Inaceitável. Esta é a verdadeira magnitude de um escândalo que atinge a reputação e credibilidade das instituições parlamentar, policial e jornalística no Ceará. O episódio da “faca”, encontrada e exibida como um troféu à imprensa pelo Comandante da segurança da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará durante manifestação dos professores em greve, no fatídico 29/9 naquele local, foi tida como a prova inconteste, na versão da Polícia Militar, de que o movimento dos grevistas é “violento” e que, portanto, o espancamento do qual foram vítimas foi um gesto de “defesa” da ordem e da integridade de seus membros e da patrimônio daquela Casa Legislativa.
Tese
Mais do que culpabilizar e criminalizar um movimento organizado reivindicatório legítimo, serviu também para sustentar a tese de um “confronto”, em que ambos os lados teriam protagonizado um “enfrentamento” em pé de igualdade, e descartar a do massacre de que foram vítimas. Os professores teriam cometido o sacrilégio de se utilizar da violência, cujo monopólio cabe exclusivamente à força repressiva do Estado.
A imprensa subserviente também fez a sua parte. Fotos e imagens dos professores sangrando foram estampadas ao lado do orgulhoso policial exibindo “a faca”. A versão policial foi transcrita sem a menor preocupação de ouvir professores sobre isso. Diante do conflito em questão era uma informação no mínimo suspeita. E a imprensa repetiu a versão da polícia sem ao menos se dar ao trabalho de checar. Na imagem publicada nos jornais via-se claramente não um cossoco ou uma faca de cozinha ou um cutelo ou uma peixeira, mas uma faca de uso exclusivo militar. Mesmo que ferisse a inteligência da audiência e do público leitor observar que a “prova” era parte de uma farsa, por razões óbvias.
E tem mais: A tal faca chegou na ALEC como? Flutuando? Materializou-se em meio à multidão? Não havia um indivíduo que a portava? Não há uma única de imagem de circuito interno de TV? Uma testemunha idônea? Uma impressão digital? Um resquício de prova qualquer, em que se revela o suposto sanguinário professor esfaqueador? Perguntas que martelavam a cabeça sem poder calar.
Ao observar-se o contexto da tentativa de criminalização de movimentos sociais, é um absurdo que se lance mão de um expediente típico da ditadura fascista, para supostamente “justificar” a repressão, o uso desmedido da força e o massacre aos trabalhadores, taxados de “baderneiros”. Comprovada a farsa, não há voz séria e honrada que não se indigne diante de tamanha monstruosidade.
Desmentido
Mas o patético espetáculo prossegue. Ao estardalhaço no “quente” da notícia segue uma protocolar nota-desementido no rodapé de uma coluna opinativa. Afinal, não se pode acusar o veículo de não ter atuado com isenção. Que é isso? Sobre o erro do jornal e da imprensa em geral, que repetiu como boneco de ventríloquo a mentira, nem uma linha. Porque se admitiria o próprio erro?
Mas os supostos principais politicamente beneficiados pela astúcia da manobra são: o governador do Ceará e o presidente e demais deputados da maioria submissa na Assembleia. Pensavam que poderiam simplesmente esmagar e passar por cima dos trabalhadores em luta, votando a mensagem do Executivo e descendo-lhes cassetetes para que se calassem. Provaram do gosto amargo de uma vitória de Pirro e estão aí de volta para “negociar”. Negociar o quê? Não haviam ganho a parada?
Uma coisa é preciso admitir: o espancamento serviu para coesionar e fortalecer o movimento paredista, que ganha mais e mais adesões e manifestações de apoio de todos os segmentos sociais a cada dia. A cada passeata ou ato político multidões crescentes de lutadores de todas as idades e segmentos sociais se somam aos protestos, numa onda irrefreável de apoio e solidariedade.
A instituição ALEC, na contramão, em mais uma demonstração de sua truculência, publicou nota paga em página inteira no final de semana, nos jornais que circulam no Estado, com o dinheiro dos contribuintes, para fazer de conta que nada demais havia acontecido e posar de vítima e de altiva, por conta das “medidas” ainda a serem tomadas. Oremos para que não sejam novas medidas anti-povo.
Colchões
Vejamos o que diz o apurado por Érico Firmo na Coluna de Política do jornal O Povo em 4/11 (“Faca pertencia à policial”): O coronel Pimentel, comandante militar da ALEC admitiu que a arma era de um membro da própria corporação militar.
Segundo os grevistas, os policiais estavam cortando os colchões em que estavam deitados os professores em greve de fome. É normal isso? Policiais investindo furiosamente contra colchões? Por quê? Qual seria o crime que estariam cometendo pessoas deitadas em colchões? Seriam eles os protagonistas do “ataque” que alegam terem sido vítimas os policiais? Pessoas deitadas em colchões?
Mas isso, a mídia subalterna não questiona. A risível versão policial de que foram empurrados por colchões (que, portanto, poderiam ser cortados) é a versão oficial e definitiva.
Laranjas
Ah, mas tem mais, segundo ele apareceu “outra faca”. Pena que não apareceu nas fotos. Segundo as informações fornecidas pelo próprio Pimentel, provavelmente se desprendeu e caiu quando os professores arremessaram o que tinham nas mãos (quando foram atacados). Arremessaram o quê? Laranjas. Ah, os policiais foram vítimas de um “ataque”. De quê? Laranjas. Com casca ou sem?
É um escândalo. Um atentado à democracia e ao Estado de Direito. Em qualquer país sério do mundo isso resultaria numa apuração isenta e rigorosa. Pra começar. E no mínimo num esclarecimento à sociedade, com aplicação de medidas disciplinares. Mas o que estão dizendo as autoridades? Nada. Silenciaram. Omitem-se? Prevaricam, portanto?
Enfim, tratado neste “nível” de displicência, o deboche vem à tona. Riem da cara do povo. Os “espertos” contam com a certeza da impunidade por seus atos, por se acharem do lado do poder. Mas a história ainda há de contar como, no final de setembro de 2011, as principais instituições da sociedade cearense fracassaram. *Rafael Tomyama é estudante de jornalismo em Fortaleza-CE.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

“Filha desmotivada na escola”

Uma amiga me disse que a filha está muito desmotivada na escola e que os professores são muito chatos. Ela me pede ajuda. Pensei em algumas hipóteses que podem contribuir para mudar o quadro, ou pelo menos, para compreender o que está acontecendo.



As causas da desmotivação podem ser de quatro origens diferentes, tais como:

A primeira diz respeito à possibilidade de alguns professores estarem extremamente expositivos, ou seja, focam suas aulas em conteúdo e não deixam espaço para a criação. O aluno permanece muito passivo, copia muita matéria sem possibilidade de criar, de se manifestar, de discutir, debater, de ser autor.


A segunda origem possível é a da superproteção da família (pai ou mãe) que não permite o desenvolvimento da autonomia, da persistência e da independência. A criança fica sempre esperando que as soluções sejam dadas por alguém, como a mãe, o pai, o próprio professor, etc. Se a escola estiver exigindo, cobrando, solicitando trabalho, a criança desiste, pois se sente cobrada acima de suas possibilidades (ou pelo menos, acima do que ela acha ser possível). Nesse caso, procure incentivar a autonomia de sua filha, as decisões, ajude-a a assumir desejos e opiniões, etc. É muito comum crianças desistirem de pesquisar, estudar ou até mesmo de fazer uma lista de exercícios, pois não acreditam que podem conseguir. Comportamentos superprotetores dificultam o amadurecimento das crianças além de afetar negativamente a autoestima delas. Nesse caso, não é culpa da escola, mas de uma educação familiar equivocada.



A terceira possibilidade é a de origem interna, como alguma dificuldade de atenção, concentração, ou qualquer outro motivo relacionado ao funcionamento de seu corpo, de seu cérebro. Como exemplo, podemos ter casos de Depressão, de Déficit de Atenção ou alguma outra dificuldade fisiológica, ou seja, de funcionamento do corpo ou cérebro. Para essa terceira origem, é necessária a avaliação de um profissional da área, um neuropediatra, psicopedagogo ou psiquiatra. Não deixe para depois. Se a origem da dificuldade for orgânica ou fisiológica, a medicação pode fazer um grande bem para sua filha. Entretanto não vá logo medicando. Busque uma segunda opinião. Há casos de crianças extremamente agressivas e desobedientes e que pareciam não evoluir com o controle e a disciplina da escola, mas que mudaram radicalmente de comportamento após o diagnóstico de dificuldades auditivas. A criança simplesmente não ouvia, e só atendia quando gritavam com ela.



A quarta possibilidade é o ”bullying”. É uma espécie de assédio moral com foco na coerção, ameaças, chantagens, perseguições, humilhações e desvalorização que a menina pode estar sofrendo no dia-a-dia da escola por colegas da turma. Muitas vezes um grupo de crianças, ou de adolescentes, escolhe alguém para servir de “saco de pancada”. As consequências desse tipo de comportamento afetam diretamente a vontade de estudar. Algo precisa ser feito e de forma urgente. Essas crianças, as agressoras, tanto quanto a vítima precisam de ajuda. Precisam de orientação para que possam aprender os valores mais significativos da vida.



Entre em contato com a escola e, juntos, criem soluções para que o Bullying não ocorra mais, nem com sua menina, nem com outras crianças. Lembre-se que o bullying não se resolve com ações pontuais, locais, mas com uma cultura anti-violência e uma conscientização de todos os segmentos da escola. Professores, funcionários, pais e alunos precisam refletir e aprender a respeito do bullying. Atitudes punitivas ou localizadas acabam piorando a situação. Se a possibilidade do bullying for plausível, aja imediatamente em parceria com a escola.



Fonte: marcosmeier.com.br





Humor
 
Por Bill Watterson

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Um terço das 30 piores instituições na OAB tem boa nota pelo MEC

Resultados da Ordem e das avaliações oficiais divergem. Para especialistas, fiscalização de cursos deve aumentar. Para o MEC, são suficientes

 

Os índices de aprovação no exame obrigatório para quem quer ser advogado no Brasil mostram que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério da Educação divergem em resultados e percepção sobre a situação dos cursos de Direito no País. Um bom desempenho nas avaliações oficiais não garante muitos bacharéis aprovados no Exame de Ordem. E estar no topo do ranking da OAB não significa pertencer aos melhores avaliados pelo MEC.
- Veja o ranking das faculdades de Direito por índice de aprovação na OAB

Um terço das 30 instituições que não tiveram nenhum bacharel aprovado no último exame, que pode ser extinto pelo Supremo Tribunal Federal e é tema de série de reportagens que o iG publica esta semana, tem desempenho satisfatório para o Ministério da Educação. Nove faculdades ganharam nota 3 no Conceito Preliminar de Curso (que varia de 1 a 5), avaliação que determina a qualidade das graduações.

O curso de Direito da Universidade Paulista (Unip), que teve duas unidades do município de São Paulo sem aprovados, possui CPC 4. A pontuação determina que o curso é bom. Apenas seis têm desempenhos ruins (cinco conceitos 2 e um conceito 1) e 13 não receberam notas na última avaliação do MEC, feita em 2009. Na lista das melhores, também há discrepâncias nas avaliações dos dois órgãos. Quatro das universidades com mais aprovados na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) obtiveram notas ruins na análise de seus cursos pelo MEC.

As piores na OAB na avaliação do MEC

Veja os conceitos das 30 piores instituições no ranking da OAB pelo índice do Ministério da Educação (de 1 a 5)

As discrepâncias – minimizadas pelos dois órgãos, que apontam os objetivos diferentes das duas avaliações para justificá-las – revelam fragilidades de um sistema que cresceu muito nos últimos anos: o ensino superior. A Ordem dos Advogados do Brasil (responsável pela regulação do exercício da advocacia no País), professores, alunos e profissionais da área afirmam que o número de cursos de Direito aumentou de forma desenfreada e a fiscalização da qualidade de ensino realizada pelo MEC é insuficiente. Para o governo, o controle feito atualmente é adequado.

“Abriram cursos demais nos últimos anos. Há muitos empresários interessados no lucro e não na difusão do saber, por isso o Estado precisa aumentar a fiscalização e criar critérios técnicos rigorosos de autorização e avaliação”, opina o presidente da OAB, Ophir Cavalcante. Pelas regras da supervisão de cursos, 16 conselhos profissionais já dão pareceres sobre a abertura de novas graduações. A Ordem dos Advogados é uma delas, mas não tem poder de decisão.

O presidente da OAB afirma que o Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação “cedem à pressão de empresários” e liberam a abertura de graduações em locais onde há muitas vagas. “Não se pode ceder às pressões políticas. De 33 cursos autorizados pelo MEC, a Ordem deu parecer contrário a 32. O ministério não se utiliza do critério de necessidade social do profissional na região para liberar a oferta do curso”, lamenta.

Luís Fernando Massonetto, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, diz que o MEC hoje tem subsídios para regular os cursos e supervisioná-los. Desde 2007, quando um decreto com regras para fiscalização do ensino superior foi publicado, ele diz que os procedimentos vêm sendo aprimorados. Lembra, também, que os critérios utilizados para autorizar um curso superior são: composição do corpo docente, infraestrutura e projeto pedagógico, além da avaliação de especialistas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). “No caso do Direito, o parecer da OAB é um dos fatores considerados, não é o único”, diz o secretário.

“A partir disso, o MEC consolidou os trâmites de um processo complexo e recente que é o da supervisão dos cursos superiores. Esses cursos foram os primeiros a passar por esse processo, mas o objetivo é que a rotina aconteça com todas as graduações”, diz Massonetto.

Para o secretário, o MEC estabeleceu “consequências” às instituições com mau desempenho nas avaliações. Os cursos de Direito, Medicina e Pedagogia foram os primeiros submetidos às novas regras. De acordo com Massonetto, em 2007, 79 cursos assinaram acordos para sanear deficiências e 20 mil vagas foram suspensas, que representavam 45% do total oferecido por essas instituições. Em junho, outras 10.912 vagas de cursos com resultado insatisfatório no CPC foram suspensas. Quatro cursos foram desativados por não-cumprimento do acordo.

Funções distintas

Ophir faz questão de ressaltar que a maior parte das instituições com bons resultados na OAB têm bons conceitos nas avaliações do MEC, apesar das divergências reveladas pelos números. Ele descarta, porém, que o Exame de Ordem possa ser extinto ou substituído pelas provas aplicadas pelo governo federal. “O Enade não é uma prova que afere aptidão técnica. O foco é outro, mas o exame dá um bom panorama sobre o ensino jurídico no País e é uma forma de fiscalização indireta dos cursos”, comenta Ophir Cavalcante, presidente da Ordem.

Massonetto concorda que os objetivos das avaliações são distintos. “O Exame de Ordem lida com a questão da regulação profissional e a competência do Ministério da Educação é a de regulação acadêmica dos cursos superiores”, afirma. Ele admite, no entanto, que elementos como a lista de instituições com nenhum aprovado podem ser usados como subsídio nas avaliações.
Cezar Britto, ex-presidente da OAB, defende que os desempenhos das instituições no Exame de Ordem se tornaram “instrumentos fortes” para que o MEC feche cursos ruins. “As instituições ruins passaram a perder alunos e lucro. O exame está melhorando o ensino jurídico e, quanto mais isso acontecer, mais advogados teremos, o que desmonta a tese de reserva de mercado”, diz. Britto defende que é preciso exigir mais qualidade das faculdades. “Não podemos deixar quem busca ascensão social se tornar mais vítima ainda.”

Divergências

Algumas diferenças nas duas avaliações chamam a atenção. Das 30 universidades com maior proporção de bacharéis aptos para advogar, 18 ganharam conceito 4 no último CPC. Outras sete, porém, tem nota 3 – satisfatória – e quatro obtiveram resultados ruins, como a Universidade Federal de Sergipe (UFS). A instituição lidera o ranking da OAB, mas só alcançou conceito 2 na última avaliação do Ministério da Educação.

As melhores na OAB na avaliação do MEC

Veja os conceitos das 30 melhores instituições no ranking da OAB pelo índice do Ministério da Educação (de 1 a 5)

O chefe de departamento do curso de Direito da UFS, José Anderson Nascimento, diz que a nota baixa é consequência de um boicote dos alunos ao Enade. As Federais do Espírito Santo (UFES) e de Rondônia (Unir) e a Estadual de Feira de Santana (UEFS) também tiveram desempenho ruim. “Houve um complô contra o Enade. Acredito que agora estamos com outra concepção e teremos outro resultado na próxima edição”, afirma Nascimento.

Apesar de o MEC ter assinado termos para saneamento de deficiência com várias instituições que tiveram conceito ruim, a visita dos especialistas do ministério não chegou à UFS ainda, segundo Nascimento. “Há uma perspectiva de sermos avaliados pelo MEC, mas por enquanto não aconteceu nada. A boa classificação na OAB aponta esse contra-senso (com o resultado ruim no Enade)”, diz.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Campo Limpo Paulista (FacCamp), Mauro Cabral, critica o nível de exigência do Exame de Ordem e defende a extinção dele caso não haja mudanças. “A prova não afere mais conhecimentos mínimos para exercer a advocacia. Ela se tornou um concurso público, o que é uma distorção. Está havendo exagero na cobrança e se uma prova existe para reprovar, ela ceifa um direito de exercer uma profissão”, opina.

A FacCamp não aprovou candidatos em dezembro de 2010 (73 fizeram a prova) e, no último exame, dois bacharéis dos 58 inscritos passaram na prova e entraram no ranking preliminar da OAB (sem recursos). A lista só considerou os dados referentes aos candidatos que já concluíram o curso das instituições que tiveram mais de dez inscritos. Além deles, outros 22 estudantes participaram da prova e mais dois passaram. No CPC, o desempenho da instituição também não foi bom: 2.

Cabral ressalta que diferentes aspectos do curso e da instituição pesam nas avaliações do ministério. Mas ele lembra que a motivação dos estudantes é fundamental para garantir bons resultados em qualquer avaliação: são eles que fazem as provas. “Muitos não têm interesse. Nós oferecemos aulas específicas para o Exame de Ordem de graça. Poucos frequentam, infelizmente. Só depois de formados e reprovados no exame é que a ficha cai”, lamenta.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Na manhã, desta segunda, 26.09.11, reuniram-se Secretario de Educação e Sinteal

Em pauta o concurso público, a violência nas escolas,  PASEP, as progressões, profuncionário e reformas em todas as escolas.

Na pauta, o decreto de urgência administrativa publicado na semana passada pelo governador Teotonio Vilela Filho que garantiu a reforma de todas as escolas da rede estadual de ensino.

“Precisamos e vamos continuar mudando a educação e o governo mostrou isso ao trabalhar para reformar todas as escolas. Este decreto dará celeridade às intervenções de forma que até dezembro de 2012 tenhamos todas as nossas unidades de ensino recuperadas”, pontuou Soares.

Foram discutidos também as demandas apresentadas pelo sindicato como o Plano de Cargos e Carreiras dos funcionários da Educação, o andamento de processos, concurso público, a violência nas escolas,  PASEP, as progressões e profuncionário.

Segundo o secretário: “o concurso sai em 2012 e teremos a criação de cargos de gestão para que tenhamos servidores que trabalhem na área administrativa dando celeridade e andamento às ações de suporte e apoio à rede. Temos uma área pedagógica muito boa, mas precisamos reforçar a gestão."

“A postura do secretário nos deixa com esperanças. Ele mostrou-se aberto e disposto a resolver os problemas. Esperamos que isso se traduza em ações, porque de promessas a classe trabalhadora já está cansada”, finalizou Célia.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marcha Nacional “10 mil pelos 10% do PIB para a Educação”


A Marcha Nacional “10 mil pelos 10% do PIB para a Educação”, que será realizada em Brasília, no dia 26 de outubro, tem o objetivo de pressionar o Congresso Nacional para que, em vez de 7% do PIB, como está no PNE, 10% sejam destinados para a educação.
Neste dia, os participantes se concentrarão em frente ao ginásio Mané Garrincha (que está em reforma para sediar a Copa do Mundo de 2014) e marcharão até o Congresso Nacional, onde acontecerá um grande evento. A CNTE pretende, também no dia 26 de outubro, entregar aos parlamentares cem mil cartões com as assinaturas coletadas em todo o país pedindo os 10% do PIB para a educação.

No gramado em frente ao Congresso Nacional estarão expostos desenhos feitos por estudantes de escolas públicas sobre o Piso e Carreira que começaram a ser coletados após a aula cidadã, no dia 16 de setembro. “A intenção é coletarmos o maior número de desenhos possível sobre o tema Piso e Carreira para que possamos estendê-los em um varal que será colocado em frente ao Congresso Nacional no dia da Marcha”, explicou o presidente da CNTE, Roberto Leão.
Em Brasília, todos os estudantes poderão acompanhar a Marcha. Os outros estados escolherão o autor do melhor trabalho inscrito, que terá a oportunidade de participar da Marcha Nacional. (CNTE, 22/09/11)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Petrobras descobre óleo e gás na Bacia de Sergipe-Alagoas

Poço está a 58 km da costa do Sergipe e a 90 km de Aracaju.
É o 1º projeto exploratório em águas ultraprofundas na parte sergipana.

 

A Petrobras informou nesta quarta-feira (21) que detectou a presença de óleo e gás em águas ultraprofundas, a cerca de 5.000 metros sob a superfície do mar, na Bacia de Sergipe-Alagoas. A confirmação veio após conclusão de testes na área de concessão BMSEAL-11, localizada no bloco Seal-M-426. É o primeiro projeto exploratório em águas ultraprofundas na parte sergipana desta bacia, diz a empresa.
O poço, chamado 1-BRSA-851-SES (1-SES-158) e conhecido informalmente como Barra, está localizado em uma lâmina d'água de 2.311 metros, a 58 quilômetros da costa do Sergipe e a 90 quilômetros de Aracaju. "As informações até agora obtidas são suficientes para confirmar a descoberta de uma nova província petrolífera na Bacia de Sergipe-Alagoas", informa a empresa, em comunicado ao mercado.
Segundo a estatal, a comprovação da descoberta ocorreu por meio de perfilagem (registros de características de uma formação) e amostragem (líquidos e gases) de fluido. "Foram confirmadas excelentes condições permoporosas dos reservatórios em profundidade de cerca de 5.050 e 5.400 metros", afirma o comunicado.
O consórcio para exploração do bloco SEAL-M-426, operado pela Petrobras (60%), em parceria com a IBV-BRASIL (40%), dará continuidade ao Programa Exploratório Mínimo, acordado com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A empresa informa ainda que a ANP aprovou a proposta de plano de avaliação enviada pelo consórcio, com objetivo de delimitar a acumulação descoberta.

 

sábado, 3 de setembro de 2011

Tribo da Amazônia utiliza MacBook Air para denunciar exploração da mata

A tribo Surui é ajudada pelo Google na criação do chamado "mapa cultural". Fotos de desmatamentos são postadas pelos próprios índios


Ao visitar a floresta amazônica, diversas paisagens chamarão a sua atenção. Mas a de um índio mexendo em um MacBook Air é, certamente, a mais curiosa. O Cacique Almir, da tribo Surui, usa a tecnologia para ajudar a proteger a Amazônia da extinção e do desmatamento que abalam o habitat de milhares de animais e plantas.

Mas o mais legal disso tudo é que o Google fechou uma parceria com a tribo para ajudá-los a usar o Youtube, smartphones e o Google Earth para lutar contra a exploração ilegal das suas terras, além de garantir a perpetuação de suas culturas. Com a parceria, a tribo tem as ferramentas essenciais para denunciar o abuso dos recursos naturais da Amazônia.

Segundo o OS X Daily, esse trabalho do Google é feito desde 2007. A empresa vem ajudando a tribo a criar o "mapa cultural", onde os limites territoriais ficam demarcados no Earth. Os Sarui ainda podem tirar fotos das atividades ilegais na floresta e postarem no sistema para que as autoridades tomem conhecimento.

Veja abaixo um vídeo do projeto: